• Professor Filemon

ORTOGRAFIA


O alfabeto português O alfabeto da nossa língua é formado de vinte e seis letras, que são: Aa Bb Cc Dd Ee Ff Gg Hh Ii Jj Kk Ll Mm Nn Oo Pp Qq Rr Ss Tt Uu Vv WwXx Yy Zz NOTAÇÕES LÉXICAS Além das letras do alfabeto, servimo-nos, na língua escrita, de um certo número de sinais auxiliares, destinados a indicar a pronúncia exata da palavra. Esses sinais acessórios da escrita são chamados de notações léxicas. São eles:

  • o acento agudo ( ́' ) — empregado nas vogais tônicas fechadas i e u e nas vogais tônicas abertas e semi-abertas a, e e o: dominó, amável, aí, exército, açúcar;


  • o acento grave ( ` ) — empregado para indicar crase da preposição a com os artigos ou pronomes demonstrativos a, as ou com os demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo ou ainda com os relativos a qual, as quais: Fui à farmácia. Não me refiro à de branco, mas àquela de vermelho. A cidade à qual fizeste alusão fica no sul da França;


  • o acento circunflexo ( ^ ) — empregado para indicar o timbre semifechado das vogais tônicas a, e e o: câmara, bêbado, bônus;


  • o til ( ~ ) — empregado sobre o a e o o para indicar nasalidade dessas vogais: mãe, perdões, razão, situações;


  • o hífen ( - ) — usado para ligar palavras compostas ou derivadas por prefixação, unir pronomes átonos a verbos ou fazer translineação: couve- flor, reparti-lo, super-herói, pré-escola, mé-/dico, médi-/co;


  • o apóstrofo ( ’ ) — usado para assinalar a supressão de uma vogal em versos, em contrações ou em palavras compostas ligadas por de: minh’alma, copo d’água, esp’rança;


  • a cedilha ( s ) — colocada debaixo do c, antes do a, o e u para representar a consoante fricativa linguodental surda [ s ]: taça, caroço, açúcar.


EMPREGO DE LETRAS Uso da letra H A letra H não representa fonema na língua portuguesa, por isso seu uso fica limitado aos seguintes casos:


  • nos dígrafos ch, lh e nh: ninho, milho, chiqueiro, cochilo, palheta, passarinho; 


  • em algumas interjeições: ah!, oh!, hã, hum; 


  • em palavras em que surge essa letra por razões etimológicas: hélice, herbívoro, humano, hemisfério, herói, homenagem, humor, hálito.

Uso da letra S 


  • em nomes relacionados com verbos cujos radicais terminam em d, nd, rg, rt, corr, pel e sent: aludir—alusão; compreender—compreensão; imergir—imersão; converter— conversão; percorrer—percurso; impelir—impulso; consentir—consenso;


  • nos sufixos -ês, -esa e -isa na indicação de origem, títulos de nobreza, profissão e palavras derivadas de substantivos: camponês, camponesa, português, portuguesa, milanês, milanesa, princesa, marquesa, duquesa, baronesa, poetisa, sacerdotisa, profetisa, montês (de monte), cortês (de corte), burguês e burguesa (de burgo);

  • em todas as formas dos verbos pôr e querer e derivados: pus, pusera, puser, pusesse, dispuser, pressupus, compusesse, indispuséssemos, quis, quisera, quiser, quisesse; nos diminutivos, quando a palavra primitiva se escreve com s: mesa — mesinha; lápis — lapisinho;

  • depois de ditongo: deusa, paisagem, pousar, maisena;

  • nos verbos terminados em isar, quando a palavra primitiva se escreve com s: divisar 
(divisa + ar), pesquisar (pesquisa + ar), avisar (aviso + ar), alisar (a+liso+ar);

  • depois de ver: verso, versátil, versículo, perverso;

  • em adjetivos com as terminações -oso e -osa, indicando estado pleno ou abundância: saboroso, preguiçosa, gostoso, perigosa, dengosa, chuvoso;

  • nos grupos ist e ust: misto, mistura, mister, justo, justapor, robusto;

  • nos sufixos -ase, -ese, -ise, -ose, -use: êxtase, frase, tese, catequese, análise, catálise, 
osmose, trombose, abuse, use;

  • no sufixo -ense formador de adjetivo: fluminense, brasiliense, paraense, palmeirense, mangueirense;

  • nas seguintes palavras: 



Uso da letra Z nos sufixos -ez e -eza em substantivos abstratos derivados de adjetivos: sisudo — 
sisudez; real — realeza; belo — beleza; nobre — nobreza; estúpido — estupidez;

no sufixo -izar, formador de verbo, quando a palavra primitiva não se escreve com 
s: uniformizar (uniforme + izar), realizar (real + izar); hospitalizar (hospital + izar);

no sufixo -ização, formador de substantivo, quando a palavra primitiva não se escreve 
com s: humanização, colonização, realização, civilização;

nos sufixos aumentativos ou diminutivos -zal, -zão, -zeiro, -zinho, -zito, -zudo: capinzal, 
cafezal, cinzeiro, cafezeiro, pezão, avezinha, cãozito, cafezinho, pezudo;

nas palavras derivadas de outras que já se escrevam com z: deslizante, deslizar (deslize); abalizado, abalizar (baliza); razoável, arrazoado (razão);

nas seguintes palavras: 



Uso das letras C e Ç 


depois de ditongo: coice, fauce, feição, foice;

em nomes relacionados com verbos que terminam em uar, oar, uir, air, mar e ter: continuar — continuação; coroar — coroação; contribuir — contribuição; atrair — atração; formar — formação; conter — contenção; abster — abstenção; deter — detenção;

em nomes relacionados com verbos ou outros nomes cujo radical termina em t: executar — execução; ato — ação; Marte — marciano;

nas seguintes palavras: 


Uso da letra G 


nas terminações -agem, -igem e -ugem: garagem, aragem, coragem, fuligem, vertigem, 
origem, penugem, rabugem, ferrugem. Exceções: pajem, lajem, lambujem;

nas terminações -ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio e -gia: pedágio, contágio, egrégio, colégio, vestígio, relógio, refúgio, subterfúgio, magia, nevralgia;

nos verbos terminados em -ger e -gir: eleger, reger, agir, mugir;

nas seguintes palavras: 



Uso da letra J em palavras relacionadas com outras que se escrevem com essa letra: loja - lojista; 
laranja - laranjinha; sujo - sujeira;

antes do ditongo ei: jeito, ajeitar, sujeito, trejeito, queijeiro. Exceções: estrangeiro, ligeiro, passageiro, bagageiro, mensageiro, viageiro;

no presente do indicativo e presente do subjuntivo dos verbos terminados em jar: viajar (viajo, viajas, viaje, viajem); despejar (despejo, despeja, despeje, despejem);

nas palavras de origem tupi, africana, árabe, exótica ou popular: jiboia, jerimum, pajé, jirau, canjica, alforje, jerico, manjericão, Moji, jeca, cafajeste;

nas seguintes palavras: 



Uso da letra X 


depois de ditongo: ameixa, peixe, caixa, afrouxar, trouxa, embaixada, guaxe (ave). Exceções: caucho, recauchutar, guache (tinta); depois de en: enxoval, enxotar, enxofre, enxada, enxame;


depois de bru: bruxa, bruxelas, bruxulear; depois de me: mexer, mexerico, mexilhão, remexer. Exceção: mecha, mechoação; depois de pu: puxar, puxão, empuxo. Exceções: capucho, pucho (planta aromática); nas palavras de origem indígena ou africana e nas palavras inglesas aportugue- sadas: xavante, xingar, xique-xique, xará, xerife, xampu; nas seguintes palavras:

Uso da letra E nos ditongos nasais ãe e õe: mãe, mães, pães, cães, põe, depõem, repões; em todas as formas do presente do subjuntivo dos verbos terminados em uar e oar: continue, efetue, perpetue, coroe, perdoe, abençoe

nas seguintes palavras:


Uso da letra I no ditongo nasal ãi interno: cãibra (ou câimbra);

nas segunda e terceira pessoas do singular do presente do indicativo dos verbos terminados em uir, air, oer: distribui, possui, contribuis, atrai, distrai, rói, dói, corrói, sai;

nas seguintes palavras: 



Uso da letra O nas seguintes palavras: 




Uso da letra U nas seguintes palavras: 



FORMAS VARIANTES Há, na língua portuguesa, palavras que apresentam dupla grafia, sendo ambas aceitas como formas cultas. 



NOTAÇÕES LÉXICAS As notações léxicas estão definidas e relacionadas na página 37. Interessa-nos, agora, o estudo do til, do apóstrofo e do hífen.

Uso do til O til sobrepõe-se às letras a e o para indicar vogal nasal. Pode figurar em sílaba:


a) tônica: maçã, cãibra, perdão, põe, sermões, etc.;


b) pretônica: romãzeira, balõezinhos, cristãmente, etc.;


c) átona: órfã, órgão, bênções, etc.

Uso do apóstrofo Emprega-se o apóstrofo para:

a)  indicar supressão da vogal da preposição de em certas palavras compostas: 
caixa-d’água, pau-d’arco, estrela-d’alva, etc. 


b)  indicar supressão de vogais em certas pronúncias literárias ou populares: 
“Minh’alma é triste como o sino agudo.” (Casimiro de Abreu) Deix’ela entrar. 
“ ‘Stamos em pleno mar (...)” (Castro Alves) 


USO DO HÍFEN Hífen é o traço unitivo usado principalmente na composição de palavras e na derivação prefixal. Cabe, no entanto, consignar algumas regras para o uso dessa notação léxica.

Regras gerais O hífen é empregado para: a)  unir palavras compostas, locuções e encadeamentos vocabulares cujos elementos conservam sua autonomia fonética e acentuação própria, mas perderam sua significação individual para constituir um conceito único: 



beija-flor, guarda-chuva, segunda-feira, guarda-civil, primeiro-tenente, fruta-pão, amor-perfeito, homem-rã, bate-boca, beija-flor, arco-íris, caneta-tinteiro, para-choque



Não se usa o hífen em palavras compostas cuja noção de composição, em certa medida, se perdeu: 



paraquedas, mandachuva, girassol, pontapé, ferromodelismo, rodapé, paraquedista, madressilva, rodamoinho, paraquedismo, ferrovia, malmequer, madrepérola, aguardente 


b)  ligar pronomes átonos a verbos e à palavra eis, formando mesóclise ou ênclise: espere-o, compreendê-lo-ia, marcar-se-á, ei-lo (eis + o), querer-lhe, encontrar-se 


c)  formar adjetivos compostos: 
luso-brasileiro, anglo-americano, mato-grossense, cor-de-rosa, greco-romano 


d)  formar palavras com os sufixos tupi-guaranis -açu, -guaçu, -mirim quando 
acompanham palavras terminadas em vogal acentuada ou nasal: 
capim-açu, sabiá-guaçu, socó-mirim, cajá-mirim, andá-açu, Ceará-Mirim, anajá-mirim, 


Em alguns casos, o uso do hífen muda o sentido das palavras. Note, por exemplo, a diferença de sentido entre as palavras a seguir:


Hífen com prefixos a) diante dos prefixos além, aquém, recém, sem, vice, vizo, sota, soto sempre se emprega o hífen:

além-mar, aquém-mar, recém-casado, sem-vergonha, vice-prefeito, vizo-rei, soto-mestre, sota-piloto, vice-reitor, sota-capitão, sem-teto, recém-construído

b) com os prefixos pré, pós e pró sempre ocorre hífen, desde que sejam tônicos: pré-história, pré-vestibular, pós-operatório, pós-guerra, pró-reitor, pró-diretas Nos demais casos, obviamente, sem hífen: predeterminar, preexistente, procriar.

c) com o prefixo ex sempre se usa o hífen, desde que signifique estado anterior: ex-deputado, ex-noivo, ex-esposa, ex-milionário, ex-fidalgo, ex-primeiro-ministro

d) emprega-se o hífen em vocábulos derivados por prefixação cujo segundo elemento inciar-se por h: geo-história, sub-hepático, contra-harmônico, ultra-hiperbólico, sub-humano, super-homem, neo-helênico, pan-helenismo, semi-hospitalar, anti-higiênico, anti-horário, pseudo-hermafrodita, auto-hipnose, extra-humano, hiper-herói


e) Emprega-se o hífen com os prefixos inter, hiper e super quando a outra palavra começa por r ou h: hiper-reativo, super-homem, inter-regional, super-herói, super-harém, super-refeição, hiper-receptivo, hiper-realismo, super-resistente, inter-relacionado, super-romântico


f) Com os prefixos circum e pan, emprega-se o hífen quando a outra palavra começa por vogal, h, m ou n; com o prefixo mal, emprega-se o hífen quando a outra palavra começa por vogal, h ou l : circum-navegação, mal-humorado, mal-estar, circum-escolar, pan-africano, mal-limpo, pan-americano, pan-negritude, circum-adjacente, mal-intencionado, mal-acostumado, pan-mágico, circum-murado, pan-helenista, mal-entendido, mal-educado, mal-encarado Nos demais casos, obviamente, sem hífen: circunvizinhança, pangermanismo, malcriado. g) Emprega-se o hífen em vocábulos derivados por prefixação cujo prefixo termina por vogal igual à vogal inicial do segundo elemento: micro-ondas, arqui-inimigo, auto-observação, pseudo-organizado, micro-organismo, anti-ibérico, semi-interno, contra-ataque, intra-arterial, rádio-operador, auto-ônibus, arqui-irmandade, anti-imperialista, supra-auricular, anti-inflacionário, pseudo-orador, mega-ação, intra-abdominal, neo-ortodoxo, eletro-ótica, supra-anal, bio-observador

h) Não se usa o hífen quando o prefixo termina por vogal e a outra palavra se inicia por r ou s, sendo que, nesses casos, essas letras são dobradas: cosseno, microssistema, contrarregra, contrassenso, infrassom, neorrepublicano, pseudossábio, pseudossecretária, suprassensível, ultrarrápido, ultrarromântico, ultrassensível, entressafra, cossecante, radiorreceptor, antirreligioso, antissemita, minissaia, eletrossiderurgia, extrarregular, microrradiografia, semirreta, antessala

i) Não se usa o hífen quando o prefixo termina por vogal e a outra palavra se inicia por vogal diferente daquela em que termina o primeiro elemento: semianalfabeto, hidroelétrico, autoescola, autoestrada, extraoficial, extraordinário, extraescolar, infraestrutura, intrauterino, intraocular, semiesférico, megaoperação, pseudoaluno, anteontem, coadjuvante, coabitar, coexistir, radioamador, antiaéreo, coeducação, aeroespacial, agroindustrial, antiofídico, autoexame, pseudoedema

j) com o prefixo bem usa-se o hífen, quando a outra palavra se inicia por h, vogal ou tem vida autônoma; com o prefixo sub, usa-se o hífen quando a outra palavra se inicia por h, b ou r: bem-amado, bem-vindo, bem-aventurado, bem-humorado; sub-base, sub-raça, sub-humano

Nos demais casos, obviamente, sem hífen: benquisto, bendito; subórgão, subitem.


USO DE INICIAIS MAIÚSCULAS A inicial maiúscula é empregada geralmente nos seguintes casos:

1. no início de parágrafo, período, verso ou citação. Disse o poeta Ferreira Gullar: “À vida falta uma porta”.
O chanceler alemão chega hoje a Brasília. Essa visita oficial está prevista para durar três dias.

2. na grafia de nomes próprios. Convidei para a festa meu compadre Raimundo, que é pai de Diego, meu afilhado. Vou ao Rio de Janeiro, para assistir ao jogo do Fluminense.

3. na grafia de nomes de dinastias, castas, clãs e tribos. Ele é um índio da tribo Pataxó, mas pela educação esmerada que tem, bem que poderia ser um fidalgo dos Orleans e Bragança.

4. nomes de vilas, cidades, estados, países, regiões geográficas, mares, lagos, montanhas. Moro em Brasília, a capital do Brasil, à beira do lago Paranoá.

5. nomes de épocas históricas, datas significativas, movimentos filosóficos ou políticos. A Revolução Farroupilha é tão comemorada quanto o Sete de Setembro.

6. nomes de altos conceitos religiosos, sociológicos e políticos. A Câmara dos Deputados compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Federal.

7. leis, decretos, ou qualquer ato oficial. 
A Lei 8.112 é o Regime Jurídico Único.

8. festas religiosas ou oficiais. 
Comemoraremos o Natal em nossa casa e o Ano Novo no clube.

9. nomes de partidos políticos, associações e similares. 
O Partido dos Trabalhadores elegeu vários governadores.

10. nomes de instituições públicas e particulares. O Ministério Público do Distrito Federal matriculou alguns servidores no Curso Professor Filemon. USO DE INICIAIS MINÚSCULAS

Empregamos iniciais minúsculas geralmente nos seguintes casos:

1. nomes de meses, estações do ano e dias da semana. Nasci numa segunda-feira do mês de março, em pleno verão.

2. monossílabos átonos no interior dos vocábulos e locuções. Meus livros de cabeceira no momento são a Hora da Estrela e Memórias Póstumas de Brás Cubas.

3. nomes de povos. Quando os japoneses e os coreanos decidiram unir-se para promover a Copa do Mundo, poucos acreditaram no sucesso da empreitada.

4. nomes de fenômenos meteorológicos regionais. 
“De repente uma variante trágica. Aproxima-se a seca.” (Euclides da Cunha)

5. nomes próprios tornados comuns. 
Os joões e marias que passam por aqui não sabem o que significa fumar um havana.

6. nomes de festas populares e pagãs. 
Entre as festas mais populares da atualidade estão o carnaval e a micareta.

7. substantivos próprios que passaram a fazer parte de substantivos compostos. 
Vi um joão-ninguém comendo maria-mole e castanha-do-pará.

8. depois de dois-pontos e ponto e vírgula que não precedam citação direta ou 
nome próprio. 
“Em vão me tento explicar: os muros são surdos.” (Carlos Drummond de Andrade)

9. depois de ponto de interrogação e exclamação, quando têm valor de vírgula ou 
travessão. 
Oh! céus, por que não me ajuda? perguntou ela.

10. nomes de pontos cardeais e colaterais designando regiões. Está chovendo no sul, mas no nordeste o dia será ensolarado. 


USO FACULTATIVO DE INICIAIS MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS Empregamos facultativamente iniciais maiúsculas ou minúsculas geralmente nos seguintes casos:

1. em tratamento formal ou respeitoso. Prezado Doutor Edmundo, o Senhor já jantou? Prezado doutor Edmundo, o senhor já jantou?

2. títulos de livros, jornais ou qualquer criação do intelecto humano. Li o Manual Prático de Análise Sintática. Li o Manual prático de análise sintática.

3. nomes de artes, ciências, disciplinas e escolas (literárias, artísticas, arquitetônicas). Ela cursa Medicina e estuda a Literatura Brasileira. Ela cursa medicina e estuda a literatura brasileira.

4. nomes de altos cargos. O Presidente da República visitou o Papa Bento XVI. O presidente da República visitou o papa Bento XVI.

5. expressões de tratamento e fórmulas respeitosas empregadas em correspondências. Dirijo-me a Vossa Excelência, Senhor Procurador, porque preciso de sua ajuda. Dirijo-me a vossa excelência, senhor procurador, porque preciso de sua ajuda.

6. nomes comuns quando personificados ou individuados. Acredito no Amor como a única forma de vencer o Egoísmo. Acredito no amor como a única forma de vencer o egoísmo.

7. nomes comuns antepostos a nomes próprios, inclusive logradouros públicos e edifícios. “O Pintor Paul Gauguin amou a luz na Baía da Guanabara.” (Caetano Veloso) “O pintor Paul Gauguin amou a luz na baía da Guanabara.” (Caetano Veloso) Ela reside na Avenida das Palmeiras ao lado da Igreja Dom Bosco. Ela reside na avenida das Palmeiras ao lado da igreja Dom Bosco.

8. na grafia de nomes sagrados, religiosos, mitológicos ou referentes à astronomia. A Via Láctea me faz lembrar de Santo Agostinho. A via Láctea me faz lembrar de santo Agostinho.

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